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segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

A história do blog

NO CAFÉ LITERÁRIO EM JOÃO PESSOA- 2008

Em 2008 pela primeira vez criei um blog, a ele dei o título de A ciganinha Diná.
O e-mail de acesso era o mesmo do Orkut e era Yahoo, quando o Orkut encerrou as atividades meu blog foi junto, tio Google não mais me permitiu acesso. O blog continua ativo sem acesso, então estou criando uma réplica só que com o título de Alma Cigana.

Meus primeiro trabalhos publicados na blogosfera, estou transferindo para este, meus primeiros textos e bagagem literária crua como que, mas que afloraram de forma insistente. Um poeta me falou; não delete nenhuma palavra nascida em momento de inspiração, segui à risca, a poesia me conquistou.

Não tenho sangue cigano, mas tenho alma cigana, tenho fascínio pelo povo cigano, quando criança queria ser cigana, tem toda uma história de infância , dos maus tratos que sofri da minha mãe adotiva, é uma longa história.


                                      

É a forma de vida dos povos nômades, isto é, povos que não têm habitação fixa. Eles não permanecem em um único local. Os nômades são do tipo caçador-coletores, ou seja, vivem da caça, pesca e da coleta de alimentos. Quando há necessidade, deslocam-se para procurar melhores condições de vida.

O nomadismo era o estilo de vida dos primeiros homens sobre a Terra. Esta forma de vida foi abandonada por volta de 10 mil anos atrás quando o ser humano aprendeu a plantar. Com a agricultura, os povos não precisavam mais de ir em busca de outros lugares quando os recursos de uma área acabavam.



Minha alma cigana em Acróstico

M.Minha alma cigana sempre caminhante.
I. Indo e vindo, desbravando novas paragens.
N. Não se atém aos imprevistos do tempo.
H. Habita aqui e ali como andorinha emigrante.
A. Alma inquieta ávida de liberdade, escusa de liberalidade.

A.Amante da natureza , do amor e do viver pleno
L.Lugares tantos ainda há a percorrer,
M.Mulher destemida e nada futurista.
A.A efemeridade da vida clama pelo agora.

C.Carrego os sonhos nas asas imaginárias,
I.Inda que os dias não me sejam tão azuis ,
G.Gasto meu farto sorriso e exorcizo a tristeza.
A.Aportar em diferentes paragens, fascina-me!Oh,
N.Nomadismo ladino de minhas raízes... Sou
A.Andarilha , persigo, insisto e sempre chego lá!

Diná Fernandes


  

Minha alma cigana em poesia

                   
 Minha alma cigana,
Nem sempre compreendida,
Tida como insana
Só porque leva a vida...

Como pedra lodosa,
Que desliza e não enraíza.
Parece impetuosa,
Mas é mansa como brisa.

Mulher do fogo, terra, água,
Lua, sol e primavera...
Meu coração é livre de mágoa
Minha vida é eterna quimera

Vivo de acordo com o tempo
Sem pressa nem imposição.
Sou mulher ante-tempo...
Andarilha que busca inovação

Diná Fernandes





Olhar cortante

Olhar forte, atraente diz muito Suscita palavras, o coração Sente, traduz em silêncio, é fruto Do despertar que produz sensação Nas entranha...